quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A HISTÓRIA DO NATAL

A História do Natal ao redor do mundo: algumas curiosidades

A história do natal é controversa desde o início. Muitas das celebrações que deram origem ao feriado cristão eram práticas pagãs e, por isso, eram vistas com maus olhos pela Igreja Católica. Hoje, as tradições de natal diferem de acordo com os costumes de cada país.
O final do mês de Dezembro era a época perfeita para celebrações na maior parte da Europa. Neste período do ano muitos do animais criados nas fazendas eram mortos para poupar gastos com alimentação durante o inverno. Para muitas pessoas esta era a única época do ano em que poderiam dispor de carne fresca para sua alimentação. Além disso, a cerveja e o vinho produzidos durante o ano estavam fermentados e prontos para o consumo no final do .
Muito antes do cristianismo, os suíços já celebravam o "midvinterblot" ao final do inverno. A comemoração acontecia em locais específicos para a realização de cultos, com sacrifícios humanos e animais. Por volta de 1200 AC, uma grande mudança na história do natal na Suíça, que passa a homenagear seus deuses locais nesta data.
  



História do Natal: origem e curiosidades

Celebrações durante o inverno já eram comuns muito antes do Natal ser celebrado no dia 25 de Dezembro. Antes do nascimento de Jesus, a história do Natal tem início com os europeus, que já celebravam a chegada da luz e dos dias mais longos ao fim do inverno. Tratava-se de uma comemoração pagã do “Retorno do Sol”.
Na verdade, no início da história do Natal, esta era uma festividade sem data fixa celebrada em dias diversos em cada parte do mundo. No século 4 AC, o então Papa Julius I muda para sempre a história do Natal escolhendo o dia 25 de Dezembro como data fixa para a celebração das festividades. A idéia era substituir os rituais pagãos que aconteciam no Solstício de Inverno por uma festa cristã.
No ano de 1752, quando os cristãos abandonaram o calendário Juliano para adotar o Gregoriano, a data da celebração do Natal foi adiantada em 11 dias para compensar esta mudança no calendário. Alguns setores da Igreja Católica, os chamados “calendaristas”, ainda festejam o Natal em sua data original, antes da mudança do calendário cristão, no dia 7 de Janeiro.


ANDREIA CAETANO PIUMHI/MG

TUDO QUE VOCE PRECISA SABER: Sexo na Terceira Idade

TUDO QUE VOCE PRECISA SABER: Sexo na Terceira Idade

Sexo na Terceira Idade

Sexo na Terceira Idade






Sexo na Terceira Idade

   É de senso comum as pessoas acharem que os idosos não têm relações sexuais e nem condições para tê-las. Imagina-se que os senhores e senhoras não têm vontade de obter sexo. Ledo engano. Ao contrário de tudo isso as pessoas idosas fazem sexo, têm vontade de fazer sexo e praticam masturbação. O problema é que não compreendem que sua sexualidade mudou e isso é fonte geradora de problemas.

   As respostas sexuais humanas (desejo, excitação, orgasmo e resolução), se alteram com o passar da idade:

   O homem idoso: necessita de mais estimulação genital para obter uma ereção, assim como necessita de maior confiança e acolhimento da parceira para se sentir a vontade e ficar excitado. As taxas de testosterona diminuem e as de prolactina aumentam tornando a libido mais baixa. A capacidade de obter várias ereções em períodos curtos diminui.

   A falta de aceitação dessas mudanças leva a grandes frustrações aos indivíduos. A sexualidade de uma homem aos 70 anos não é mais igual a da mesmo quando tinha 20 anos. A inadequação é que os homens de idade avançada querem que sua resposta sexual seja igual a dos tenros anos. Não aceita as mudanças. Não se adapta. Não funciona. Adaptar-se é a chave para ser feliz.

   A mulher idosa: encontra-se em um período chamado senectude. Não menstrua mais, não produz mais os hormônios responsáveis pela maciez da pele, textura dos cabelos e trofismo vaginal (a vagina - que é o órgão interno - era enrugada e passa a ficar lisa). Na fase de excitação não consegue mais atingir boa lubrificação vaginal, o que pode tornar a penetração dolorosa ou impossível. Tudo isso faz com que ela não se ache mais atraente e iniba seus impulsos sexuais causando grande tristeza na sua vida.

   Mais uma vez, a compreensão e aceitação das mudanças na sexualidade pode ser a chave para a felicidade. A orientação profissional (médico sexólogo), aliado ao acompanhamento e uso de medicações (se necessário), podem propiciar o usufruto da sexualidade e alegria de viver.

   Dr. João Luis diz: A nossa sociedade nega a sexualidade do idoso assim como sua participação social. O capitalismo valoriza o indivíduo conforme sua capacidade de produção industrial. Aquele que não gera renda não é considerado força de trabalho, portanto é inútil e marginalizado do grupo. Infelizmente essa visão arquetípica vigora, vendando os olhos das pessoas, gerando tristeza naqueles que envelhecem e angústia nos que vão envelhecer.


Fonte: www.sexualidadeevida.com.br
Dr. João Luis Borzino.
Médico clínico sexologista, terapeuta sexual e orientador sexual pelo ISEXP-Fac. de Medicina do ABC-SBRASH, pós-graduando em acupuntura médica pelo Center AO- Escola Paulista de Medicina. Cremesp-104865.

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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Como conquistar um homem ou fazê-lo se interessar por você?


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Como conquistar um homem ou fazê-lo se interessar por você? 





: Dicas para fazer um cara te notar.
Homens e mulheres são inconstantes como o clima e não há garantia de conseguir alguém específico, mas aqui vão algumas dicas que podem ajudar:
- Seja uma pessoa amigável. Enquanto isso pode intimidar alguns homens, quem pode resistir a alguém divertida, boa e decidida? Se agir como você mesma não atrair o cara certo logo, não se preocupe. O certo aparecerá eventualmente.
- Você pode começar com uma pequena amizade e ver o que acontece. Algumas vezes acontece que vocês se dão bem como amigos depois de se conhecerem melhor.
- Lembre-se, você não pode mudar a química entre vocês dois. Se ele não se mostrar interessado, vá atrás de outro. Não é problema nenhum. Você irá conhecer outro no caminho. Você só pode ser quem você é, mas não pode mudar o que um cara pensa ou sente. Coloque-se no lugar dele. Você já teve um cara que demonstrou interesse por você mas você não queria nada com ele? Como você se sentiu?
- O que quer que faça, não fale sobre outros caras que você esteja interessada enquanto estiver com um homem. Esse é um modo instantâneo de perder o interesse dele.
- Se o cara que você ama não se interessa por você, talvez ele não saiba ou esteja fora de prática. Tenha paciência enquanto estiver ao redor dele.
Agora você tem algumas coisas para pensar - apenas aproveite sua vida como a pessoa maravilhosa que é, e se encontrar alguém que goste, deixe acontecer naturalmente (com um pequeno empurrãozinho).
 andreia caetano piumhi mg

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Homens ensinam como ser feliz no amor



Homens ensinam como ser feliz no amor


Para eles, o amor é um filme de ação. E o final feliz depende de algumas iniciativas que cada casal deve tomar no dia a dia. Confira a lista masculina do que faz o relacionamento dar certo
Tatiana Bonumá
Há um novo modo masculino de pensar a vida a dois que pode surpreender as mulheres. Foi o que aconteceu comigo quando comecei a fazer esta reportagem: confesso que não esperava que os homens demonstrassem tanta disposição para discutir a relação. Mas, a cada conversa com um entrevistado, os depoimentos se aprofundavam, trazendo à tona uma visão prática da arte do convívio. Meio desconfiada, fui checar com um especialista. Constatei que, silenciosamente, o sexo oposto tem passado por uma transformação social e também pessoal. E isso faz toda a diferença quando o assunto é namoro ou casamento. “O homem está buscando mais intimidade consigo mesmo.
Esse processo inclui intensificar o papel de pai e valorizar outras esferas da vida. O aspecto profissional não é mais o único foco importante”, esclarece o psicanalista Sócrates Nolasco, autor dos livros O Mito da Masculinidade e A Desconstrução do Masculino (ambos Editora Rocco). Esse contexto favorece um bom encontro com as mulheres. Mas, para viver um amor adulto, ambos enfrentam desafios. “O casamento convoca os casais a gerenciar as frustrações e expectativas – às vezes irreais – em relação à vida a dois. É um exercício para um vínculo maduro”, diz o psicanalista. Se os homens estão vibrando numa frequência nova, é hora de atualizar o arquivo feminino. Com vocês, os sete verbos para uma relação feliz na versão deles. E não é simplesmente teoria. Cada verbo foi definido com base nas experiências com a mulher amada.

1. Rir


Bom humor é o requisito básico no comportamento das parceiras. “Um olhar com mais leveza e graça no dia a dia muda tudo para melhor. Mesmo no meio da turbulência ou até de uma discussão, uma frase engraçada ou um comentário irônico do bem ajudam a baixar a pressão e a pensar: ‘Será que isso é tão sério assim? Não dá para seguir em fren te mesmo nessa situação?’ Minha mu lher é a minha companheira na vida – e todo mundo sabe que alguém mal-humorado estraga qualquer viagem. Esse é o ponto”, diz Adi Leite, 47 anos, fotógrafo, casado há 11 anos com Fabiana.

2. Respeitar

Sem esse item básico, nada funciona. Por isso, eles apontam dois aspectos nos quais costumam sentir-se desrespeitados: a dificuldade em ter um tempinho para programas masculinos e, quando conseguem, o controle das parceiras. As que mostram jogo de cintura ganham mil pontos. “Minha mulher é especial. Eu gosto de tomar uma cerveja, jogar bilhar, organizar um churrasco no fim de semana. E, quando eu volto, não tem cara feia. Nem sempre foi assim, isso foi conquistado. Várias vezes ela ia me encontrar, meio que de surpresa, onde eu estava com amigos. E via que não tinha nada de mais, era só conversa entre homens, para relaxar. Construímos essa confiança e eu a valorizo muito”, diz Carlos Rodrigues, 50 anos, contador, casado há 25 anos com Marlene. Ele é porta-voz da opinião generalizada de que o grude atrapalha. “Poder ficar sozinho – e permitir o mesmo a sua mulher – é uma forma de respeito”, acredita Ricardo Neto, 31 anos, administrador de empresas, casado há seis com Adriana. Ele é quem teve que segurar a onda quando ela resolveu fazer um curso no exterior por três meses. “Não foi nada fácil, mas era um projeto antigo da Dri que só poderia ser realizado naquele momento, em que ela estava desempregada e sem filhos. Agora, grávida de gêmeos, seria mais difícil”, pondera.

3. Desejar

Surpresinhas eróticas e shows sensuais em plena quarta-feira à noite? Não é nada disso que eles realmente valorizam. Reconhecem a importância do sexo nas relações duradouras, mas, em contraste com a ala feminina, têm uma visão menos fantasiosa e mais realista do assunto. “As pequenas coisas que ela faz é que podem me seduzir – o jeito como ela fala com o nosso filho, a maneira como conduz uma situação. Eu observo, gosto daquilo e passo a desejá-la”, diz Rodrigo Veloso, 33 anos, publicitário, casado com Mônica há sete. Fica o toque para nós: nem sempre é uma atitude explicitamente sensual que desperta a libido deles. “O desafio, hoje, não é desfrutar de liberdade sexual, e sim manter a intimidade e a cumplicidade no cotidiano para que, quando estiverem juntos, o sexo seja bom”, confirma Nolasco.

4. Dividir

Compartilhar tarefas e responsabilidades – financeiras, profissionais, com filhos, casa etc. – passou a ser “cláusula contratual”. No entanto, eles acham que isso deve ser feito sem rigidez nem papéis preestabelecidos. Por exemplo, na casa de Carlos, ele sempre ficou com as crianças nos fins de semana para que a esposa, pediatra, cumprisse o plantão. Rodrigo, muitas vezes, vai a um evento na escola do filho enquanto Mônica participa da reunião de condomínio. O cabeleireiro Ricardo Grando, 32 anos, casado com Andréa há oito, toca a rotina noturna com as crianças: dá jantar, banho e faz dormir. Assim, a mulher ganha um tempinho para ir à academia. Já na casa de Glauco Depieri, 36 anos, analista financeiro, casado há sete com Fabiana, cabe a ela cuidar dos assuntos burocráticos, e a ele pilotar a cozinha.


5. Superar


O casal consegue superar problemas quando um acolhe o outro em momentos de fragilidade, acreditam os homens. E aí a relação se fortifica. “Depois de três anos de namoro, passei por um baque profissional, meu rendimento despencou. Foi a Fabiana que me levantou moralmente, que me encorajou. Quando vi que ela estava disposta a passar por dificuldades comigo, tive certeza de que eu a queria para o resto da minha vida”, conta Glauco. Os homens esperam que as mulheres saibam lidar com as insatisfações com o parceiro ou o relacionamento – o que permite enfrentar decepções sem desmoronar. Quando se fala, porém, em “superar”, não se trata só das grandes crises. Entram aqui as pequenas manias, chatices e até a TPM, um teste de paciência para eles. A Cinthya me deixava maluco. Nessa fase, implicava demais comigo. Cheguei a ir ao ginecologista com ela para entender. Desisti. Agora, eu me armo com uma caixa de chocolates e uma bolsa de água quente para a cólica. E espero ansiosamente pela menopausa”, diz, rindo, Paulo Henrique Lopes, 43 anos, advogado, casado há dez anos. Ele garante que, com bom humor e docinhos, o saldo mensal de brigas despenca.

6. Mimar

Não somos só nós que gostamos de ser mimadas. Eles também. É verdade que muitos já consideraram supérfluos esses agradinhos, mas mudaram de ideia quando foram tocados pela varinha mágica da delicadeza. “Sempre achei uma besteira essa coisa de dar flores até o dia em que a Fabiana me enviou uma rosa importada. Aquilo mexeu comigo, me deixou feliz. Quebrou o feijão com arroz da relação, me senti homenageado”, confessa Glauco. Mimar é uma ação sutil. Gestos mínimos podem surtir efeito. “Muitas vezes a Andréa deixa o meu prato pronto no micro-ondas para que eu não tenha trabalho quando chego em casa faminto e estressado. Parece só um detalhe, mas eu recebo isso como um carinho e curto muito”, diz Ricardo Grando. Um mimo alegra quem recebe e também quem dá. Pelo menos é o que revela a atitude de Carlos: “Quando minha mulher chega do trabalho muito cansada, eu a coloco no sofá, tiros os sapatos dela, faço massagem e carinho. Não planejo ganhar nada em troca, apenas acho bom mostrar que posso cuidar dela”. Não é à toa que ele e Marlene estão juntos há 25 anos.




7. Admirar


Poder olhar para o outro e pensar: “Esse é o cara” ou “Essa é a mulher” dispara o termômetro da felicidade conjugal. E os homens garantem que não é só a aparência que conta. “Se ela cortou ou clareou o cabelo, nem percebo. Ou melhor, percebo, mas não ligo tanto para a embalagem. Gosto do conteúdo: o jeito articulado dela, a maneira como resolve as coisas e um mistério que, muitas vezes, ela deixa no ar – ele me instiga a conquistar um lado dela que ainda parece não dominado”, diz Daniel Rocha, engenheiro, 38 anos, casado há 12 com Vanessa. Rodrigo Veloso completa: “O admirar não é puramente contemplativo e estético. Eu quero ser reconhecido como o melhor educador do filho dela, o marido mais legal e um amante especial para ela”. No jogo da admiração, cada um entra em campo disposto a encantar seu par – e ambos vencem

HOMENS PRESTEM ATENÇÃO 


PARA NÃO PERDEREM SUAS 


MULHERES POR FALTA DE 


ATENÇÃO, NÓS MERECEMOS 


SER AMADAS E RESPEITADAS  


BY  ANDREIA CAETANO 


PIUMHI/MG

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