quarta-feira, 2 de setembro de 2009

MENSAGEM ESPECIAL


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Um homem, seu cavalo e seu cão caminhavam por uma estrada. Depois de muito andar, eles se deram conta de que tinham morrido num acidente. Às vezes os mortos levam tempo para se dar conta da sua nova condição. A caminhada era muito longa, o sol era forte e eles ficaram com muita sede. Precisavam desesperadamente de água. Numa curva, avistaram um portão magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro. No centro havia uma fonte onde jorrava água cristalina. O homem dirigiu-se ao guarda e disse:
- Bom dia?
- Bom dia, respondeu o guarda.
- Que lugar é este, tão lindo?
- É o céu!
- Que bom, estamos com muita sede.
- O senhor pode entrar, disse o guarda indicando o caminho para a fonte.
- Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
- Lamento, disse o guarda. É proibida a entrada de animais!
O homem ficou desapontado e, mesmo com muita sede, virou as costas e foi embora. Não deixaria seus amigos com sede. E prosseguiu caminhando morro acima. Chegando a um sítio, percebeu que a porteira estava entreaberta. Em baixo de uma árvore um homem estava deitado com a cabeça coberta por um chapéu.
- Bom dia, disse o caminhante.
- Bom dia, respondeu o homem.
- Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro.
- Há uma fonte ali, depois daquelas pedras, disse o homem. Podem beber a vontade. O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.
- Muito obrigado, disse o homem. A propósito, que lugar é esse?
- É o céu, respondeu o homem.
- Céu? Mas o homem da guarita ao lado do portão de mármore disse que ali era o céu.
- Aquilo não era o céu, mas sim o inferno.
O andarilho ficou perplexo, e disse que essa informação falsa deveria causar muitas confusões.
- De forma alguma, disse o homem. Na verdade, eles nos fazem um grande serviço. Por que lá ficam, todos aqueles capazes de abandonar até seus melhores amigos.


Pão francês

  • Ingredientes

  • ½ quilo de farinha de trigo

  • 15 g de fermento para pão

  • 15 g de sal

  • 20 g de açúcar

  • 1 colher (sopa) se margarina

  • Modo de Preparo

    1. Dilua o fermento em um copo de água morna com o açúcar
    2. Misture os outros ingredientes
    3. Amassa e levante, empurrando a massa para frente, com a palma da mão e dobrando-a sobre si mesma
    4. Se for necessário, coloque mais água e mais farinha
    5. A massa não deverá grudar nas mãos
    6. Deve ficar com aspecto leve e esponjoso
    7. Deixe descansar por duas horas
    8. A seguir, amasse novamente e prepare o pão, dando-lhe o formato desejado e coloque no tabuleiro untado
    9. Se estiver pegajosa, espalhe mais farinha por cima
    10. Deixe que ela descanse mais uma hora
    11. Aqueça o forno e pincele o pão com água antes de colocá-lo no forno
    12. Assar por 40 minutos mais ou menos

    toc

    Manias em excesso podem ser TOC

    Um dos sintomas do transtorno obsessivo-compulsivo são as manias exageradas.
    Além das músicas de sucesso, o cantor Roberto Carlos é conhecido pelas suas manias. Quatro anos atrás, ele descobriu que seu medo de falar algumas palavras ou de cantar determinadas músicas eram um problema mais sério do que imaginava. Na verdade, as manias do Rei eram os sintomas de uma doença: o transtorno obsessivo-compulsivo, conhecido como TOC.
    Diversas pessoas famosas possuem este transtorno, além de vários personagens da televisão, como o detetive Monk e o rabugento escritor interpretado por Jack Nicholson no filme Melhor Impossível.
    Obsessão pode ser descrita com um pensamento repetitivo, insistente, que invade a cabeça da pessoa, sobrepujando outras idéias.
    Compulsão pode ser descrita como um impulso, uma atitude ou comportamento inevitável.
    O TOC é marcado pela presença exagerada de obsessões e compulsões. As obsessões mais comuns são:
    • Preocupações relacionadas com sujeira e/ou contaminação;
    • Pensamentos repetitivos relacionados com agressão, sexo impróprio ou blasfêmias;
    • Medos absurdos de que possa acontecer algo de ruim para si ou seus familiares;
    • Dúvidas quanto à melhor decisão;
    • Preocupações exageradas com exatidão, perfeccionismo, simetria, alinhamento, e lentidão para executar as tarefas do dia-a-dia.
    As compulsões mais comuns do TOC são:
    • Necessidade de lavar repetidamente as mãos, as roupas e o corpo;
    • Evitar o contato com objetos considerados contaminados, como trincos de portas, bolsas, roupas, corrimãos, assentos de banheiros públicos, não usar toalhas dos demais membros da casa, não sentar em bancos de praças;
    • Verificar repetidamente portas, janelas, torneiras, gás, interruptores, aparelhos elétricos;
    • Realizar contagens, repetir números ou palavras mentalmente; repetir atos, toques, gestos. Alguns pacientes são também extremamente lentos, geralmente em função das dúvidas antes de tomar decisões ou das compulsões mentais. Na maioria das vezes, existem diversos tipos de sintomas simultaneamente.
    • Segundo o psiquiatra Aristides Cordioli, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o TOC se caracteriza quando esse tipo de comportamento começa a prejudicar o dia-a-dia do paciente. “Se o medo ocupa mais de uma hora por dia, é acompanhado de muito sofrimento, interfere nas relações interpessoais ou prejudica o desempenho no trabalho, é possível que a pessoa tenha TOC”.
    • O Transtorno Obsessivo-Compulsivo pode atingir uma em cada 50 pessoas. “Se considerar a prevalência atual, de quantas pessoas têm TOC nesse momento, a prevalência é em torno de 1%. Se contarmos todo o período de vida das pessoas, a estimativa sobre para 2,5%”, explica a psiquiatra Albina Torres, da Unesp.
    De acordo com os médicos, o TOC precisa de tratamento especializado, que combina o uso de medicamentos e de psicoterapia. Para os psiquiatras, a forma mais indicada é a cognitivo-comportamental. “Ela tem dois componentes. O cognitivo, que trabalha com as crenças e a forma do paciente pensar, para modificar os pensamentos distorcidos para que o paciente tenha idéias mais reais. A segunda parte tem a ver com mudança de comportamento, quando o objetivo é estimular o indivíduo a se expor a situações que tem medo”, explica Albina.
    Entre as complicações do TOC, estão a queda de produtividade e o aumento de incidência de depressão e tentativas de suicídio. Por isso, é importante procurar um psiquiatra para administrar o tratamento adequado.
    Fonte e agradecimentos: Associação Brasileira de Psiquiatria.

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